Arquivo do mês: outubro 2015

Sinuosa

sinuosa

Antes de sua exponencial maciez,
(Agora, minha)
Nunca conheci conforto igual:
Virei inquilino de suas curvas.

Estatisticamente improváveis,
Seus ângulos se tornam, todo dia,
Eternamente irresponsáveis
Por aqueles que seduzem.

– – –
Você pode ouvir o poema recitado aqui, por mim.

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