Arquivo da categoria: poesia concreta

Consumidos

Consumidos

“Segredo de nada, de fato, não dói”
Dizem dois amantes mentirosos
No entanto, se nada não foi,
Se solo não houve
E sim, dois
Se sal foi trocado
Por par; então, estes lábios
Aprisionarão, para além da vida,
Verdades vermelhas nascidas mortas.

 

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Você pode ouvir o poema recitado aqui, por mim.

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